Uns chamam-lhe jornalismo de qualidade. outros dão-lhe o nome de cunhas! o que é certo é que eu, como amigo pessoal do Zé Reis, consegui arranjar esta entrevista com Max José.
Quando tal acontecimento foi anunciado, a minha MailBox encheu rapidamente, tudo com pessoas a sugerirem importantes e pertinentes perguntas para fazer a este personagem. "Quem és tu, Max?"; "Quais os teus objectivos de vida?"; "Qual o nome de solteira da tua mãe?". podemos observar que o interesse pelo Max prolifera na comunidade!
É claro que, como pessoa ponderada e democrática que sou, tive algum critério na escolha do conteúdo da entrevista. Segui as indicações do meu hamster Zé Pedro, pelo que a minha conversa com Max José abordou diversos temas, desde a sua opinião sobre o humor, a sua cor clubistica e ainda algumas pinceladas sobre Religião. Eis aqui um resumo alargado:
Max José- Bom dia senhor Malaquias! muito gosto em ser entrevistado por sua excelencia. (o Max é um tipo muito educado).
Malaquias- Max, muito obrigado por me conceder esta oportunidade. Começava por pedir a tua opinião sobre o humor e os seus limites, se estiveres de acordo.
Max José- Bem, quando me perguntam se deve haver limites para o humor, normalmente minto com quantos dentes na boca, e ainda são quase todos, e digo que não. Na verdade, creio que se pode fazer humor apenas com quase tudo. Há um tema que, por ter a ver com crenças muito profundas, e com valores eternos e sagrados, que não deve ser tocado pela comédia. Falo, evidentemente, do Sport Lisboa e Benfica.
Malaquias- Ora bem Max, eu também sou do Benfica, mas não estás a exagerar um bocadinho?
Max José- Atenção: não estou a brincar. Aquilo que eu sinto pelo Benfica, o espaço que o Benfica ocupa na minha vida e nas minha preocupações aproxima-se, admito, da demência. É claro que se eu quisesse, desenlouquecia. Tenho a certeza de que, se me puser a pensar seriamente no assunto, consigo deixar de sofrer cada vez que aquele grupo de onze milionários não acerta bem numa esfera cheia de ar. Só que não quero!
Malaquias- Pode dar-nos um exemplo Max?
Max José- Olha, por exemplo: no dia em que perdemos com o Celta de Vigo por aquele resultado (podem ver-se lágrimas nos olhos do nosso entrevistado), a dez minutos do fim, eu dizia para mim: "se marcarmos um golo já, talvez ainda consigamos empatar isto!". Repito: não estou a brincar. Acreditava mesmo que a reviravolta era possível. Portanto. não me venham dizer que as crenças religiosas são profundas. Eu acreditei que uma equipa em que o Paulo Madeira, o Calado e o Kaundarov eram titulares conseguiam virar aquele resultado, apenas porque tinhas umas camisolas vermelhas vestidas! Ao pé disto, acreditar que Jesus Cristo poderia ressuscitar mortos é, claro, uma brincadeira de crianças.
Malaquias- Sim senhor, muito obrigado por este momento.
Max José- Ora essa, diga-me só onde é o Polo Sul, porque a minha bússula só aponta para o Norte!
Quando tal acontecimento foi anunciado, a minha MailBox encheu rapidamente, tudo com pessoas a sugerirem importantes e pertinentes perguntas para fazer a este personagem. "Quem és tu, Max?"; "Quais os teus objectivos de vida?"; "Qual o nome de solteira da tua mãe?". podemos observar que o interesse pelo Max prolifera na comunidade!
É claro que, como pessoa ponderada e democrática que sou, tive algum critério na escolha do conteúdo da entrevista. Segui as indicações do meu hamster Zé Pedro, pelo que a minha conversa com Max José abordou diversos temas, desde a sua opinião sobre o humor, a sua cor clubistica e ainda algumas pinceladas sobre Religião. Eis aqui um resumo alargado:
Max José- Bom dia senhor Malaquias! muito gosto em ser entrevistado por sua excelencia. (o Max é um tipo muito educado).
Malaquias- Max, muito obrigado por me conceder esta oportunidade. Começava por pedir a tua opinião sobre o humor e os seus limites, se estiveres de acordo.
Max José- Bem, quando me perguntam se deve haver limites para o humor, normalmente minto com quantos dentes na boca, e ainda são quase todos, e digo que não. Na verdade, creio que se pode fazer humor apenas com quase tudo. Há um tema que, por ter a ver com crenças muito profundas, e com valores eternos e sagrados, que não deve ser tocado pela comédia. Falo, evidentemente, do Sport Lisboa e Benfica.
Malaquias- Ora bem Max, eu também sou do Benfica, mas não estás a exagerar um bocadinho?
Max José- Atenção: não estou a brincar. Aquilo que eu sinto pelo Benfica, o espaço que o Benfica ocupa na minha vida e nas minha preocupações aproxima-se, admito, da demência. É claro que se eu quisesse, desenlouquecia. Tenho a certeza de que, se me puser a pensar seriamente no assunto, consigo deixar de sofrer cada vez que aquele grupo de onze milionários não acerta bem numa esfera cheia de ar. Só que não quero!
Malaquias- Pode dar-nos um exemplo Max?
Max José- Olha, por exemplo: no dia em que perdemos com o Celta de Vigo por aquele resultado (podem ver-se lágrimas nos olhos do nosso entrevistado), a dez minutos do fim, eu dizia para mim: "se marcarmos um golo já, talvez ainda consigamos empatar isto!". Repito: não estou a brincar. Acreditava mesmo que a reviravolta era possível. Portanto. não me venham dizer que as crenças religiosas são profundas. Eu acreditei que uma equipa em que o Paulo Madeira, o Calado e o Kaundarov eram titulares conseguiam virar aquele resultado, apenas porque tinhas umas camisolas vermelhas vestidas! Ao pé disto, acreditar que Jesus Cristo poderia ressuscitar mortos é, claro, uma brincadeira de crianças.
Malaquias- Sim senhor, muito obrigado por este momento.
Max José- Ora essa, diga-me só onde é o Polo Sul, porque a minha bússula só aponta para o Norte!