Bem haja a todos os que por alguma razão vieram ter a este blog e tiveram paciência para ler a vida do Max

domingo, 11 de abril de 2010

Max José

Capítulo 4 - "À procura de si mesmo..."


Passa seis horas na Madeira e volta a Lisboa, depois de ter sido gozado na rua por causa do seu ar efeminado. Fala com vários amigos que percebiam dessas coisas e todos são unânimes na resposta. Não contente, Max consulta médicos e especialistas distintos que lhe diagnosticaram que teria apanhado uma corrente de ar.

Medicado e curado, descobre um problema mais bem grave e que o apoquentaria nos anos seguintes. Max dera conta de que era um ser humano! A descoberta, que o abalou por demais, -lo jurar que tudo faria para ser uma pessoa.
Obstinado, incitou esforços nesse propósito. Ouviu pessoas de quadrantes distintos, que também já haviam sido seres humanos. Falou com influentes diversos.
Mais uma vez consultou médicos e especialistas, e todos responderam o mesmo: “você é um ser humano, e no seu caso nada pode ser feito contra isso”. Max caiu, prostrado. Nunca seria uma pessoa.

Descobriu três meses depois, às onze e vinte da manhã, que monges no Tibete poderiam realizar-lhe o desejo – isto a acreditar num documentário que vira na televisão.
Rumou à China de avião e fez o resto, até ao Tibete, a pé.
Pelo caminho ainda comeu um pato à Pequim num afamado restaurante. Falou com quem de direito, mas a resposta foi insatisfatória. Poderiam transforma-lo numa pessoa, mas nunca deixaria de ser um ser humano. Acumulava.
Não quis. Sentiu-se frustrado e triste.

Rumou novamente a casa – desta vez ao contrário, de avião até à China e o resto a pé, embora sem parar para comer o pato à Pequim, porque era de manhã e o restaurante estava fechado.
Alistou-se nos escuteiros mentindo na inscrição. “Pessoa”, terá escrito nas observações, quando desconfiou que podiam não aceitar seres humanos no grupo.
Ali permaneceu até à Primavera, altura em que se viu pela primeira vez ao espelho e percebeu que ficava ridículo com aquela farda.

Com pouco tempo para constituir família, casou-se em dias separados com uma rapariga que conhecera numa noite em Roma. Ela compareceu num sábado com os respectivos convidados, ele marcou presença numa quarta-feira, ladeado pelos padrinhos e seus convidados.
A noite de núpcias, passaram-na no mesmo local, embora em semanas diferentes, por causa das datas de casamento.

Teve dificuldades porque não sabia como nasciam os bebés. (Max insistia na versão de que o homem faz sexo com a mulher o o bebé nasce 9 meses depois).
Foi processado por três cegonhas por causa disso, e teve finalmente 3 filhos com diferença de dois meses uns dos outros. Curiosamente nada se parecem consigo, nem tão pouco uns com os outros, facto que, depois de conversar com a mulher, atribuiu ao pão de trigo que comera na infância.

Foi apelidado de “corno manso” pelos vizinhos, admitindo, mais tarde, que poderia irritar-se com o “manso”, mas não levava a mal.
Visto que o azar não o largava, e depois de ouvir o Palpitão dizer que, neste país, quem se safa são os corruptos e os actores porno, Max decide enveredar pela via mais óbvia. Monta uns estúdios de pornografia, que infelizmente faliram três horas depois da inauguração. Sendo assim, Max José decide iniciar um novo capitulo na sua vida, e concorre a uma câmara de filmar.
Perde por três votos…

São tempos difíceis para a família de Max (por razoes óbvias ainda não mencionei os nomes) em que, para sobreviver, se vêem obrigados a comer lagosta e camarão, todas as noites, numa marisqueira muito afamada!

Nunca mais o estômago de Max se sentiria da mesma forma...

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Max José

Capítulo 3 - "À procura das suas origens..."


No capítulo anterior Max procurava o amor da sua vida nos anúncios de emprego do jornal, embora tendo ficado impressionado com algumas decidiu-se a deixar a vida seguir o seu curso e Max seguir o outro para não haver acidentes porque Max não tem seguro.
Max depois de ficar triste por terem furtado a sua barraca de bifanas e depois do seu sonho de ser escultor de areia no Pólo Norte ter fracassado precisava de algo para fazer que ajudasse a esquecer os seus fracassos pessoais e da sua pessoa.

Max, sem soluções faz o que costuma fazer quando tem dúvidas, vai à casa de banho. E, estranhamente ou não lá estava Reis ao espelho, Max enquanto urinava pede a Reis auxílio sobre o que fazer de seguida e já agora porque tinha Reis voltado do Pólo Norte ao que Reis lhe responde que se tinha esquecido de levar os calções e como tal teve de voltar.
Reis disse-lhe que ele tinha ouvido de um amigo que ouviu de um primo que ouviu de um vizinho do Chuck Norris que ouviu do cão do mesmo que em Hollywood, na China evidentemente, procuravam um actor.

Max pensou durante 5 minutos, pegou no carrinho de mão, nos patins, no gel de barbear, na Katana e no chicote e partiu para Hollywood decidido a dedicar-se a ser actor ou parecido. Max foi de carrinho de mão até Inglaterra onde foi ver um jogo de badminton de 2 jogadores manetas antes de voltar a partir em direcção à Bélgica, e à sua capital Cairo, de triciclo. Ao chegar lá Max decidiu fazer uma pequena pausa para se dedicar ao pastoreio de ovelhas geneticamente modificadas para dar lã branca numa quinta que produzia laranjas para fazer sumo de ameixa.

Ao falar com o dono da quinta Max descobriu que este era seu primo em 8º grau, que surpreso ficou Max ao descobrir que afinal ele não era o único da sua família que se encontrava vivo a praticar o pastoreio de ovelhas geneticamente modificadas para dar lã branca na Bélgica. Ao longo da conversa descobre que o irmão do seu pai era seu tio, ficando ao princípio chocado, mas depois ficou contente pois este seu primo disse que Max tinha mais parentes a habitar em Tokyo, na França.

Max decide então passar pela França e já com a morada do seu parente chega à morada indicada, na rua do Champagne, bairro do croissant, e encontra a casota mas ao tocar à campainha não se encontrava ninguém em casa, mas, ao perguntar aos vizinhos descobre que o seu parente trabalhava na polícia como bombeiro. Depois do trabalho ambos encontraram-se numa pastelaria para beber uma gasosa e falar da família, Max estava decidido a reencontrar os seus pais, sendo que Max se perdeu deles 15 anos antes no Aeroporto do Líbano aquando duma visita familiar a um museu de gelo no referido país.

Depois de muita conversa Max descobre que o seu tio-avô Maximiliano Josep morava em Moscovo, e que trabalhava no Zoo da cidade como tratador de um casal da rara espécie do gambosino francês. Max pega no seu submarino e lança-se pelos desertos fora em direcção a Moscovo, na Austrália para conhecer o seu tio-avô e tentar descobrir onde estavam os seus pais.

Max ao chegar a Moscovo é raptado por um grupo de amigos que praticava raptos nos seus tempos livres. Depois de 1 semana a pedir resgate aperceberam-se que ninguém respondia pois não havia ninguém para pagar e decidem soltá-lo todo nu em frente ao Zoo. Obrigado pela boleia exclamava Max eufóricamente que finalmente conhece o seu tio e que lhe conta tudo o que já lhe tinha acontecido até aquele momento e que queria descobrir o que tinha acontecido a seus pais e onde estavam eles a morar e a viver.

Depois de descobrir que seus pais estavam em Hollywood Max pensa que era muita coincidência pois ele dirigia-se para lá quando conheceu o seu primo em 8º grau e para onde se dirigia para ser actor e vender morangos. Sem dinheiro para pagar o táxi até Hollywood fica a trabalhar no Zoo a coçar pandas até finalmente poder pagar um táxi até Hollywood, mas entretanto decidiu ir de patins.

Ao chegar descobre através de um sem-abrigo que era bêbado de profissão que os seus pais ficaram ricos ao ganhar o Bingo e decidiram fazer um cruzeiro à volta do planeta e do mundo, Max fica desolado mas descobre também por esse sem abrigo que o Chuck Norris era seu primo em 38º grau e graças a isso Max consegue emprego a servir coca-colas aos cães dos actores secundários.

Depois de 2 horas a praticar esta bonita profissão um dos realizadores repara nas características físicas de Max que eram parecidas às da Lassie e convida-o a ser duplo do duplo da Lassie, mesmo Max não sabendo a tabuada. Max ficou indignado por o considerarem um bom duplo e não uma boa Lassie demitindo-se de imediato 2 horas depois e volta a Portugal a nado com o auxílio de uma baleia que viajava para África para se reunir com umas zebras suas primas para uma bela rebaldaria.

Ao chegar a Portugal decide tirar férias no estrangeiro e que o melhor sítio era a Madeira claro está. A viagem foi feita de TGV, calma, a apreciar o canto dos peixes, e Max que não tinha nada que fazer vai à casa de banho urinar e claro está encontra José Reis ao espelho contando-lhe tudo o que até aí tinha sucedido e Reis confortou-o dizendo que fazia bem em tirar férias, não se esquecendo de dizer a Max para pagar o IRC desse ano, Max surpreendido pergunta a Reis como tal pode ter acontecido ao que Reis lhe responde que a empresa só deu lucro graças à sua genial ideia de pôr todas as despesas como lucro. Max passou um cheque endossado no valor de 12 milhões de biliões de sardões de euros.

Chegando à Madeira encontra um cruzeiro que ele decide visitar e no qual por acaso encontra seus pais e descobre que era rico sem saber.

Depois desta descoberta nunca mais a vida íntima de Max seria a mesma...

quarta-feira, 31 de março de 2010

Entrevista a Max José

Uns chamam-lhe jornalismo de qualidade. outros dão-lhe o nome de cunhas! o que é certo é que eu, como amigo pessoal do Zé Reis, consegui arranjar esta entrevista com Max José.
Quando tal acontecimento foi anunciado, a minha MailBox encheu rapidamente, tudo com pessoas a sugerirem importantes e pertinentes perguntas para fazer a este personagem. "Quem és tu, Max?"; "Quais os teus objectivos de vida?"; "Qual o nome de solteira da tua mãe?". podemos observar que o interesse pelo Max prolifera na comunidade!
É claro que, como pessoa ponderada e democrática que sou, tive algum critério na escolha do conteúdo da entrevista. Segui as indicações do meu hamster Zé Pedro, pelo que a minha conversa com Max José abordou diversos temas, desde a sua opinião sobre o humor, a sua cor clubistica e ainda algumas pinceladas sobre Religião. Eis aqui um resumo alargado:


Max José- Bom dia senhor Malaquias! muito gosto em ser entrevistado por sua excelencia. (o Max é um tipo muito educado).

Malaquias- Max, muito obrigado por me conceder esta oportunidade. Começava por pedir a tua opinião sobre o humor e os seus limites, se estiveres de acordo.

Max José- Bem, quando me perguntam se deve haver limites para o humor, normalmente minto com quantos dentes na boca, e ainda são quase todos, e digo que não. Na verdade, creio que se pode fazer humor apenas com quase tudo. Há um tema que, por ter a ver com crenças muito profundas, e com valores eternos e sagrados, que não deve ser tocado pela comédia. Falo, evidentemente, do Sport Lisboa e Benfica.

Malaquias- Ora bem Max, eu também sou do Benfica, mas não estás a exagerar um bocadinho?

Max José- Atenção: não estou a brincar. Aquilo que eu sinto pelo Benfica, o espaço que o Benfica ocupa na minha vida e nas minha preocupações aproxima-se, admito, da demência. É claro que se eu quisesse, desenlouquecia. Tenho a certeza de que, se me puser a pensar seriamente no assunto, consigo deixar de sofrer cada vez que aquele grupo de onze milionários não acerta bem numa esfera cheia de ar. Só que não quero!

Malaquias- Pode dar-nos um exemplo Max?

Max José- Olha, por exemplo: no dia em que perdemos com o Celta de Vigo por aquele resultado (podem ver-se lágrimas nos olhos do nosso entrevistado), a dez minutos do fim, eu dizia para mim: "se marcarmos um golo já, talvez ainda consigamos empatar isto!". Repito: não estou a brincar. Acreditava mesmo que a reviravolta era possível. Portanto. não me venham dizer que as crenças religiosas são profundas. Eu acreditei que uma equipa em que o Paulo Madeira, o Calado e o Kaundarov eram titulares conseguiam virar aquele resultado, apenas porque tinhas umas camisolas vermelhas vestidas! Ao pé disto, acreditar que Jesus Cristo poderia ressuscitar mortos é, claro, uma brincadeira de crianças.

Malaquias- Sim senhor, muito obrigado por este momento.

Max José- Ora essa, diga-me só onde é o Polo Sul, porque a minha bússula só aponta para o Norte!

sábado, 27 de março de 2010

Max José

Capítulo 2 - "À procura da barraca..."


No capítulo anterior pudemos seguir o caminho que o destino escreveu no computador para Max, e que no final conheceu José Reis e o seu animal de estimação, o caracol, ups disseram-me que era o cabelo dele, perdoem-me a confusão mas pensei que era o seu animal de estimação.
Bem, no final do primeiro dia de Max no parque aquático, em sua barraca de bifanas ele fez imenso dinheiro, para cima de 5 euros, só depois viu que só em carnes devia 50 euros e em molhos de 15 ingredentes mais 100 euros, aí Max percebeu que não sabia fazer contas pois ele estava convencido que 1+1 eram 7. Decidiu-se então a contratar um contabilista, colocando um anúncio no jornal na secção de Relax, no dia seguinte não apareceu ninguém, apenas no terceiro dia apareceu um travesti chamado Josefina a vender bíblias.

Desesperado pelo prejuízo da barraca de bifanas foi à casa de banho e encontra Reis ao espelho, enquanto Max urinava contou-lhe o sucessido e Reis disse-lhe que estava com sorte pois ele era contabilista, ou quase, em 30 disciplinas faltavam-lhe 35, estava mesmo quase pensou Max aceitando a oferta de seu amigo, decidindo depois jogar ao quarto escuro.

Foi então que a empresa começou a dar só lucro pois Reis colocava as despesas como lucro, incrível.
No terceiro dia Max foi trabalhar às 8h da manhã começando às 6h e ,quando entrou na barraca percebeu-se que tinham roubado a roullotte das bifanas, decidido a investigar o estranho desaparecimento vai falar com um drogado que costumava passar férias no caixote de lixo ao lado da barraca e que era tratado por drogado pelos amigos e pela polícia e que disse a Max que entre estar drogado e a drogar-se reparou que a barraca foi levada por um tractor embriagado na noite anterior ao dia seguinte. Max tentou ir à polícia mas não conseguia pois existia um alce que estacionou o jipe por detrás do carrinho de mão de Max.

Sendo assim Max vai a pé de patins procurar o tractor, depois de procurar no mar, no rio e na China encontra-o a beber uma mini numa estação de serviço, mas, infelizmente o tractor tinha uma boa desculpa pois na noite em questão ele foi atropelado por uma moto conduzida por um pato sem carta que fugiu sendo depois o tractor internado com lesões internas ao nivel dos pistões e uma fractura exposta na garrafa de vodka pêssego.

Sem mais hipóteses Max consulta a polícia que lhe disse que desconfiava do Gang dos 5, que se dedica a roubar barracas de bifanas em parques aquáticos. Max inconformado não sabia o que fazer, quantos seriam os membros do Gang dos 5...
Max fez o que costuma fazer quando tem problemas, foi urinar, encontrando Reis e contando-lhe o sucedido, e Reis como seu contabilista teve uma ideia. E juntos decidiram fazer um seguro anti-cães, e de seguida reportarem à seguradora que um cão ingeriu a barraca inteira quando Max se recusou a servir-lhe uma bifana com menos de 15 ingredientes. Assim sendo a seguradora viu-se obrigada a pagar o valor da barraca a Max, 3 amendoins, 2 laranjas, 2 agulhas e 7 tremoços. Que sorte pensou Max.

Decidido a ter um novo emprego Max emigrou para o Pólo Norte para se dedicar a fazer esculturas de areia, mas, sempre previnido levou o Chuck Norris com ele que infelizmente teve de voltar antes de partir pois tinha um anúncio para a TV Coelho sobre um novo tipo de cenouras com sabor a couve.

Max ficou num hotel no Pólo Norte na cidade de Buenos Aires, hospedado no andar três ao quadrado.
E começando o primeiro dia de trabalho de Max como escultor de areia no Pólo Norte Max decide fazer uma pausa para comer uma sandes de atum com sabor a queijo e enquanto urinava encontra Reis a olhar-se a um bloco de gelo e pergunta-lhe o que fazia ele lá e Reis disse que apanhou o autocarro para o Pólo Norte para seguir o sonho de jogar futebol de praia amador na liga profissional do Pólo Norte.

Max decidido que Reis era a fonte da sua má sorte volta para Portugal de skate num barco movido a sumo de laranja e decide procurar o amor da sua vida e o seu também e dedicar-se ao seu segundo grande sonho, ser apanha bolas nos jogos de xadrez.

E Max procura o seu amor nos anúncios de emprego, tudo pode acontecer...

quarta-feira, 24 de março de 2010

Capítulo 1 - Factos que possam suscitar alguma confusão:

  • ISCA é o Instituto Superior para Caçadores Amadores
  • Número mecanográfico é o número da licença de caça amadora atribuída quando se entra no ISCA
  • Todos os intervenientes e factos na história narrada são verdadeiros e autorizados pelos seus intervenientes, embora os pinguins tenham tido dificuldade em assinar uma vez que usavam luvas nas mãos por causa do frio.
  • No final da sua 1º e ultima noite no bar de strip "O Mangalho" que acabou com dores no rabo foi derivado ao varão que era invisível e como tal ele tinha dificuldade em acertar nele e acertava quase sempre em cheio no chão.
  • A barraca de bifanas foi adquirida graças a 1 saco de dinheiro que ele encontrou no cofre do banco que ele assaltou, que sorte pensou Max ao constatar que de taco de basquetebol em punho e perguntando se o saco pertencia a alguém ninguém respondeu.

Próximo Capítulo da Saga do Max deverá ser colocada Sexta-Feira, Max prometeu vir a uma sessão de autógrafos no dia 32 de Março, em Ponte de Lima, pela tarde às 22 horas, desde que o TGV que ele apanhe em Cabo Verde não se atrase e venha directo sem parar na Madeira e Açores.

segunda-feira, 22 de março de 2010

Max José

Capítulo 1 - "À procura do destino..."

O Max era aluno do ISCA Aveiro, número mecanográfico nº6969, curioso número já que Max nasceu no dia 30 de Junho de 1969, o dia 30 coincide com a soma dos números do seu número mecanográfico, coincidência?

É muito provável.

Tudo o que vou contar passou-se numa tarde de sol do Inverno de 1977, que se tornou famoso por nunca ter tido um dia de céu limpo, e em que a lua cheia inundava o oceano que banha Berlim. Isso mesmo, no Pacífico Sul. Max estava curioso com o pólo norte, pois disseram-lhe que não tinha pinguins gays.
Ou, pelo menos assim pensava até que decidiu emigrar para o deserto, ficando indeciso se iria para o Sahara ou o Líbano, optando por fim pelo Brasil, um deserto também conhecido, mas ao chegar apanhou a estação da chuva e constatou que no local do suposto deserto estava um país, e mais nomeadamente uma cidade que tinha um Zoo, que continha pinguins homens sexuais, e alguns eram toxicoindependentes.

Depois de se certificar que não era perseguido pelo Silvester Sttalone partiu do Brasil em direcção aos EUA, para descansar resolveu parar na Rússia, e na cidade de Estocolmo, que como todos sabem é a capital da China. Foi aí que conheceu o Professor Oak, que coincidência ou não era igual ao do Pokémon, e que lhe explicou todo o conceito da Teoria da Relatividade de Platão. É claro que depois disto Max José estava pronto para um novo passo na sua vida: aprender a dançar flamengo.
Apanhou o comboio em Estocolmo para a Austrália, viajando depois de canguru até a Madeira onde apanhou o TGV, saindo depois na paragem em Ponte de Lima e apanhando boleia de um tanque americano que ia para Espanha manifestar pelo aumento do preço do carvão. Chegando a Espanha foi para uma escola de dança de flamengo, mas disseram-lhe que estavam fechados para férias até 31 de Fevereiro.

Sendo assim, enfurecido, pegou no seu taco de basquetebol e agrediu um idoso paralítico que ia a passar, que de imediato se levantou pontapeando Max nas partes marotas deixando-o KO.
Decidido a dedicar-se a outro hobbie telefonou ao seu primo que vive na casa branca e combinaram um encontro na pastelaria para comer um queque, beber meia de leite e falar de gajas, ah, e do novo hobbie, talvez a pesca submarina pensou ele, ou a caça ao gambosino francês, residente na Irlanda num parque em Tokyo.

No entanto verificou, com muito espanto, que as três licenças de caça ao gambosino francês que podiam ser emitidas já estavam atribuídas. Decidido, obteve a morada de um deles convencido de que conseguiria convence-lo a endossar-lhe a licença, usando o seu melhor argumento, um rolo de cozinha. Quando chegou ao Algarve, ao apartamento das 5 tabuletas, encontrou-o vazio, com um papel que dizia o seguinte: "De momento não estou. Se quiser esperar que eu volte pode sentar-se. Se quiser assaltar-me sou amigo do Chuck Norris. Se quiser ir ter comigo estou no parque no meu emprego a estacionar carrinhos de choque. Assinado: Bruno! Bruno Sá! Vá lá, Meireles! Ok Ok sou o Messi!

Visto que não iria conseguir prosseguir com o seu hobbie e como já trabalhava como guarda nocturno das 9h da manha ao meio-dia decidiu-se a ser stripper, despindo-se num bar chamado "O Mangalho". No fim da 1º noite viu que não era trabalho para ele pois provocava-lhe dores no rabo, decidindo então responder a um anúncio do jornal que procurava um assassino profissional e ele foi a entrevista, infelizmente era a GNR e prendeu-o, talvez por se despir na entrevista pensou ele, durante uma noite só que como ainda era de dia teve de esperar pela noite e depois pelo dia seguinte para ser solto. Finalmente decide abraçar o seu sonho mais realista, trabalhar numa barraca de bifanas dentro de um parque aquático.

Logo no primeiro dia de trabalho conheceu uma personagem que mudaria a sua vida. Enquanto urinava reparou que outro individuo que lá estava não conseguia desligar o olhar do espelho.
Depois, enquanto enrolava o seu caracol apresentou-se: "Eu sou o José Reis..."

Nunca mais a vida de Max seria igual...